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O Livro

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Qualquer pessoa ao realizar algo que tenha lhe rendido muita dedicação, tem como primeiro comentário ao seu término evidenciar o tremendo esforço que foi fazê-lo, no caso deste projeto houve sim bastante esforço, porém, maior que ele imperou o grande prazer em falar de um assunto pelo qual me interesso bastante, e principalmente por trazer à tona este tema, alvo de grande desprezo por parte da maioria dos designers.

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O livro foi realizado como trabalho de conclusão do Curso de Design de Mídias Digitais da Faculdade de Tecnologia Impacta, sob a orientação do professor e empresário sócio da P3D Ricardo Infantozzi.

Ele aborda o tema empreendedorismo aplicado ao design e utiliza uma linguagem lúdica com o intuito de favorecer a aproximação de designers do universo dos negócios; também oferece noções de como empreender na função, ajuda o leitor a conhecer seu potencial executivo, orienta sobre os procedimentos básicos para criação de uma empresa e traz referências teóricas capazes de tornar possível um estudo mais aprofundado do assunto.

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É dividido em 6 capítulos:

I – EMPREENDEDORISMO – onde se apresenta o tema, justificando sua relevância.

II – VOCÊ TEM PERFIL EMPREENDEDOR? – aqui é fornecida a oportunidade ao leitor de fazer uma auto-análise quanto ao seu potencial empreeendedor.

III – PROCURANDO EMPREGO PARA GANHAR EXPERTISE – é explicado os cuidados básicos nesta hora, orientando tanto com relação à aparência física quanto na elaboração de seu portifólio.

IV – TRABALHANDO POR CONTA PRÓPRIA – é fornecido noções referentes às questões burocráticas quando da decisão de se tornar autônomo, e também dá orientações envolvendo a prospecção dos clientes, a relação com eles e dicas na sua rotina como designer.

V – ABERTURA DE UMA EMPRESA – neste capítulo, o mais denso do livro, o leitor poderá conhecer de forma mais abrangente os procedimentos antes, durante, e depois da criação de uma empresa, que neste caso significará algo com maior estrutura, contando com funcionários em funções delineadas, maior número de clientes etc.

VI – GERENCIANDO A EMPRESA – o último capítulo fornece dicas básicas de como possibilitar o sucesso de sua empresa através de um bom gerenciamento.

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Obrigado ao grande Giovani Castelucci por todo seu empenho no projeto gráfico, ao nosso orientador Ricardo Infantozzi, aos professores Fábio Espíndola, Edilson Ferri, Sandro Cajé, Cícero Inácio da Silva, Diego Corazza, Eurípedes Magalhães, Denis Castro, Urbano Nojosa, Wilton Garcia, Rafael Quaresma, Mônica Vasconcelos, Alex Heilmair, Fabrízio Poltronieri, Janaína Veneziani, Sérgio Meurer e ao nosso Coordenador Ayao Okamoto por toda a base teórica que nos foi dada de forma tão aprazível.

Um agradecimento também muito especial aos amigos de sala, em especial: à Flávia, o Elson, Darlene, Fernando (o modelo da capa..rsr) que mesmo estando stressados como eu estive pela preocupação com a OPE (TCC), tiveram a paciência de me ajudar nos momentos de dúvida, agradeço à Deborah, à Fernanda pelo incentivo, à colaboração da minha família e todos os demais que indiretamente tornaram mais fácil e agradável a contrução deste projeto.

Quadro pixel-lado

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Ilustração feita em PhotoshopCS2 – 01/01/08
Apresentação desenvolvida com a saturação de pixels.

Ectoplasmas

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“O oculto é difuso, mas pode se tornar tanto visível quanto apalpável.”

Ilustração feita em PhotoshopCS2 – 01/01/08

Este foi um trabalho acadêmico realizado por mim, Flávia Dias, Elson Di Nardo e Darlene Carvalho. A tipografia representa as falas e ruídos, através dos pesos visuais e da dinâmica da apresentação se tem uma forma diferente de experiência audiovisual.

A fonte utilizada foi a Triplex, descontraída e com uma família que permite bastante variações, bem adequada a este experimento.

Página de tipos

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Uma experiência tipográfica de página de livro, toda composição é feita com tipografia, onde foi explorado os contrastes em PB e o movimento causado pelo uso de diagonais reforçado pela diferenciação do tamanho das letras, que ao mesmo tempo dão a sensação de manipulação devido a proximidade dos textos com as engrenagens formadas pela letra A.

A mulher do caderno

Me apaixonei por um rosto (na verdade me apaixonei por ela mesmo) na capa do meu caderno da quinta série, resolvi ilustrá-lo.

Mulher do caderno - 17/05/2001

Vida à lápis

Vida à lápis

Devaneyos

Pensamentos não podem ser escondidos, não importa se você se passar por louco,  no final das contas, mesmo adotando uma postura que a sociedade dita como normal você será encarado desta forma, ou seja, pensar é exercer sua aptidão para a loucura, e os loucos são aqueles que não tem vergonha de expor algo desconhecido.

Este espaço é dedicado ao exercício mental, Design e Artes em geral são as referências, mas não as restrições, devaneios não escolhem assuntos, passam por diversos deles em segundos, por isso, exponha seu pensamento, revele seus sonhos, se eles forem cinematográficos poderão ser ilustrados e postados, pensamentos são possibilidades e o mundo se constrói com elas.

Avatar

Talvez não seja tão simples entender o porque daquele “D”, tal garoto, aos 8 anos, quando fazia suas provinhas ou exercícios da segunda série, escrevia o seu nome e quando começava a escrever o segundo (nome) fazia uma letra “D” que não era apenas um “D”.

Era um traço que se seguia por uma espiral com diversas voltas, seus trabalhos podiam ser reconhecidos de longe, pois aquele “D” era feito grande, como se o aluno quisesse deixar bem claro que se tratava de suas autorias.

É claro que uma criança de 8 anos nunca saberia dizer ao certo o porquê daquela letra, então podemos no mínimo traçar possibilidades. A espiral é uma forma orgânica que transmite movimento, uma anologia pode ser feita à subjetividade do pensamento, que gira em torno de algo, querendo se aproximar deste, mas ao mesmo tempo buscando permanecer o máxímo de tempo distante, para que possa aproveitar qualquer forma de concepção, até que as possibilidades diminuem e chega-se a um porém (o centro da espiral).

Acho que seu pai, grande músico, conseguiu projetar na prole algo que possuia ao dar aquele segundo nome ao filho, profetizando uma característica indiscutível, a de devaneiar, devaneiar e devaneiar.

Meu avatar foi criado muito cedo, mas durante tempos ignorei-o, aliás os devaneios são sempre ignorados, inclusive pelos criadores; quando criança projetamos nossas mais marcantes características e cabe a nós, depois de adultos buscarmos este lado, que já estará confuso meio às “sugestões” da nossa complicada sociedade.

Muito prazer, meu nome é Lucas Devaney e lhe aconselho a descobrir o seu avatar também.

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